Fala-se muito hoje em dia de responsividade e como os websites devem portar-se em diversos dispositivos. Logo, não há dúvidas de que: sim, os websites devem ser responsivos e suportados em todos os dispositivos - o que facilitou, por exemplo, o surgimento de ferramentas como o Bootstrap¹. Porém, a grande concorrência de navegadores e dispositivos não está mais presente como há alguns anos atrás.

Para exemplificar, segue o gráfico de como o mercado estava - não muito tempo atrás -, em 2012:

 


No gráfico acima pode-se perceber que no ano de 2012 o - até então soberano - Internet Explorer começou a perder espaço de mercado para o Google Chrome. Este crescimento do Chrome (por transparecer confiança por ser mais leve, seguro e rápido) só continuou. Em tempos, já tivemos Chrome e Firefox como as duas primeiras forças, até chegar nos dias atuais:

 

Este gráfico, por exemplo, isola apenas usuários brasileiros. Percebe-se, então, que o Google Chrome já está ocupando quase 80% dos devices (neste gráfico está incluso dispositivos móveis e computadores de mesa). Estando, assim, o Firefox ainda como segunda força, mas deveras abaixo dos 15%.

    Tendo em vista este cenário e, projetando o futuro, temos que levar em conta que cada vez mais as resoluções reduzidas de smartphones (360x640, entre outras) e notebooks (geralmente 1366x768). Portanto, a preocupação do início dos anos 2000 com o tamanho dos sites fica um pouco de lado, visto que mesmo no Brasil onde a conexão é considerada de má qualidade, a média de acesso é de 6,8Mbps (De acordo com dados fornecidos pela Akamai²). Mesmo levando em consideração capacidade de processamento, visto que a maioria dos celulares já possuem velocidades de clock acima dos 1,4GHz e renderizam muito bem uma página Web.

    Cabe aos desenvolvedores se adaptarem às mudanças de cenário.

 

Fontes:

[1] -- Website oficial do Bootstrap

[2] -- Com média de 6,8 Mbps, Brasil é 79º em velocidade da internet